Como prometido, as receitas que foram enviadas para o
desafio vão continuar a aparecer por cá até todas por mim serem experimentadas. A senhora que se segue veio directamente do sul do país e foi enviada pela querida
Rosi. Na minha opinião, não é um bolo tradicional mas antes uma enorme queijada com maçã. Ou, se assim lhe quiserem chamar, um bolo enqueijado. Consegue reunir no mesmo doce o aveludado da massa, a doçura das maçãs e o crocante da cobertura. Predicados que se lhe possam atribuir? Prático, rápido, económico e bom. Muito bom.
Ingredientes:1 chávena de açúcar
1 chávena de farinha
4 ovos
1/2 litro de leite
Maçã a gosto
Manteiga q. b.
Modo de Preparação:Untar um pirex ou tarteira (sem fundo amovível) com manteiga. Reservar. Cortar cada maçã ao meio, retirar a casca e as sementes e fatiá-las em meia-lua. Forrar o fundo do recipiente escolhido até que este não se veja (deve ficar uma camada de dois a três centímetros de maçã. Polvilhar as maçãs com um pouco de açúcar e reservar. De seguida, preparar o creme. Num recipiente colocar a farinha, os ovos e o açúcar. Por último, ir juntando aos poucos o leite, mexendo bem até formar um creme ralo (meio líquido) e sem grumos. Verter o creme sobre as maçãs. Polvilhar novamente com açúcar e colocar umas nozinhas de manteiga por cima. Levar ao forno a 180º por 30 a 35 minutos. Está pronta quando a superfície se apresentar dourada e quando ao espetar um palito no centro, este sair limpo. Servir morno ou à temperatura ambiente.
Notas:-Este doce é excelente para aproveitar maçãs a passarem do ponto. A fruta é mesmo a alma do bolo, pelo que se deve colocar uma quantidade generosa de maçãs (usei 8 maçãs pequenas, mas podem e devem colocar mais quantidade);
-Cerca de 25 gramas de manteiga são suficientes;
-No que toca ao creme, é importante respeitar a ordem dos ingredientes para obter um creme perfeito;
-Como tenho sempre receio que o doce cole à forma, decidi untar o recipiente com manteiga e enfarinhei também;
-A forma mais adequada a esta receita é mesmo um pirex, uma tarteira convencional (sem fundo amovível) ou outro recipiente refractário;
-A chávena que usei para medir os ingredientes foi uma vulgar caneca de pequeno-almoço.